MERCADO PET

A evolução dos bichinhos

Em constante ascensão e indo no sentido contrário à crise econômica, o mercado pet cresce juntamente à mudança de comportamento da população. Isso se dá por aspectos como a nova perspectiva de que o pet não é um simples animal de estimação, mas sim um membro da família.

De acordo com pesquisas do WGSN, os millenials ¹ americanos já estão preferindo ter animais de estimação ao invés de ter filhos, um fato importante para constatar que esse mercado ainda estará em alta no futuro.

No Brasil, esse mercado já representa 0,38% do nosso PIB e grande parte do crescimento desse mercado se deve ao segmento de saúde, que avança cada vez mais com inovações em pesquisa e tecnologia. Além de planos de saúde próprios, os bichinhos também podem contar hoje com rações medicamentosas, que auxiliam no tratamento de algumas doenças.

Toda essa atenção para os animais fez com que surgissem diversas inovações em estabelecimentos, como os “Pet Cafés”, um conceito que cresce no mundo todo e também em aplicativos próprios para cachorros, como por exemplo, o Tindog, uma espécie de Tinder para cachorro. Além do segmento de produtos, que cada dia mais facilita a vida e ameniza preocupações dos donos.

As fofurinhas também tomaram conta do instagram e viraram até celebridades em contas próprias e atualizadas pelos donos, onde estes, podem se integrar para trocar dicas de cuidados e também fazer parceria com lojas de produtos. Famosos no Brasil, “Estopinha” e “Pai do Ninão”, já conquistaram mais de mil seguidores.

No mundo afora, os perfis também não param de surgir e além dos tradicionais animais adotados como cachorros e gatos, aparecem animais comumente encontrados em fazendas como mini pigs e raposas em áreas metropolitanas. @mybestfriendhank e @juniperfoxx estão aí para provar.

Com 60% dos donos já considerando seu pet família, segundo a American Veterinary Association (AVMA) esse mercado vai longe.

¹ nascidos entre 1979 e 1995, também conhecidos como a geração Y

Fontes: exame.com e WGSN