COLEÇÃO INVERNO 2018 – Concept Fashion

As novidades para inspirar um inverno cheio de estilo.

O poder feminino, ideias que cruzam as galáxias, cores e um mix de texturas são as principais tendências para o inverno 2018, confira mais no post da coleção que está repleto de novidades.

Um revival dos anos 80, baseado no visual de mulheres que buscavam respeito em ambientes de trabalho. Uma produção emprestada do guarda roupa masculino, mas ao mesmo tempo com toque de cor e texturas do universo feminino. Estilistas como Stella Mccartney, Victoria Beckham e Michael Kors investiram nesse tema com looks bem estruturados em alfaiatarias, tons sóbrios, golas altas, ombros marcados e peças oversized. Já Dries Van Noten e Balenciaga apostaram na mesma vibe mas com cores mais vibrantes e texturas diferenciadas. Onde o foco está voltado para o Empoderamento feminino, um dos grandes temas do momento.

Será que é uma visão do futuro que o passado tinha, ou uma visão do presente sob a visão que o passado tinha do futuro? Enfim, ideias futurísticas que mesclam o ontem, o hoje e o amanhã dominaram as passarelas dessa estação. Luas, estrelas, cometas, astronautas, landscapes de marte, entre outros elementos tornaram-se estampas. Releitura do uniforme de astronautas e tons gélidos foram alguns dos elementos da marca Chanel, para o Inverno 2018. Enquanto Cristopher Kane e Lacoste usaram tons metalizados, furta cor, estampas de paisagens espaciais e discos voadores para compor sua coleção. Muitos embarcaram nessa viagem intergaláctica ao estilo “Star Trek” ou será “Guardians of the Galaxy”?

Os sopros do oriente trazem influências de várias riquezas culturais, folclores e suas cores. Uma estética forte e marcante que é carregada de referências, tradição e história. Estímulos sensoriais, envolvem todo o corpo de quem tem a possibilidade de conhecer estes lugares e trazem consigo memórias táteis, olfativas, auditivas, gustativas e visuais. E foi assim que mais uma vez os grandes designers de moda puderam trazer um pouco dessas referências para as passarelas. Anna Sui (NY) e Gucci (Milão) trouxeram um mix de informação com jacquards aveludados e acetinados, metalizados, peles, paetês e muita sobreposição.

Herança afetiva e ligações familiares permeiam essa história de simplicidade. Banhada de tradição, misturando delicadeza à rusticidade dos campos ingleses do século XVIII. O ambiente rural se confunde e funde-se aos sonhos românticos e poéticos de uma vida campestre. Alinhavando memórias, traz aconchego através de objetos de um passado enevoado mas ao mesmo tempo cheio de luz. Através de florais singelos, camisas sobrepostas por vestidos, golas ao estilo babador, tecidos bordados e fluídos, blusas de tricô feito à mão as marcas Coach (NY) e Vivetta (Milão) puderam contar essa literatura romântica de épocas passadas. Recordar é viver!

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Dos momentos difíceis que exigiram a força da mulher, aos momentos de glórias que transpassam a dor, ficam as memórias. Este tema é banhado sob a fragrância inebriante do parfum “L’Air du Temps”, do período pós guerra, evoca o desejo de viver. Com um visual que traz a essência dos diversos momentos vividos, da batalha ao festejo, com um olhar de resgate ao passado. Referências as trabalhadoras que substituíram os homens, até então nas suas funções, durante a guerra mas também looks com silhuetas bem sedutoras das comemorações posteriores a este momento. A marca Bottega Veneta trouxe as passarelas referências trazidas dos uniformes militares da época, com casacos de ombros marcados, estruturados e com abotoamento duplo. Mas também contou com um toque de brilho vindos de looks de festas. Assim como Elisabetta Franchi, que trouxe vestidos glamourosos e femininos junto às composições com modelagens e texturas baseadas no universo masculino. 

Durante quase um século a Rainha Vitória reinou no Reino Unido, uma época efervescente cheia de grandes conquistas e surgimento de novas invenções. O século XIX era considerado como a Supremacia Britânica, com a industrialização prosperando, locomotivas a todo vapor ao som de maquinários e trabalhadores das fábricas têxteis. A classe média se desenvolveu e com ela o ciclo da moda começou a funcionar. Algumas marcas remontaram essa história, com mangas bufantes, detalhes rendados, muito veludo e estruturas de corset vistos nas passarelas de Londres, no desfile de Preen by Thornton Bregazzi e, em Paris, com Giambattista Valli.

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